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13.10.2021 - 20:10 Por Gustavo Natario e Leon Lucius

ALERJ APROVA HOMENAGEM A PAULO GUSTAVO COM A CRIAÇÃO DO “DIA ESTADUAL DO HUMOR”

  • Por Octacílio Barbosa
    O deputado André Ceciliano (PT)

O humorista Paulo Gustavo será homenageado com a criação do Dia Estadual do Humor, a ser comemorado no dia 30 de outubro - data de aniversário do comediante. A homenagem foi proposta no projeto de lei 4.963/21, do deputado André Ceciliano (PT), que teve aprovação em discussão única pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), nesta quarta-feira (13/10). A medida segue para sanção ou veto do governador Cláudio Castro.

No projeto, Ceciliano lembra que Paulo Gustavo dizia que “rir é um ato de resistência” e destaca que, especialmente no dia 30 de outubro, ficará banido o mau humor. “Nosso objetivo é eternizá-lo no calendário oficial do Estado do Rio de Janeiro e promover uma celebração ao ato de fazer rir, reconhecendo a importância que a comédia tem na vida dos cidadãos fluminenses e a sua potência para transformar o mundo e as pessoas para melhor”, declarou Ceciliano. “A empatia e o carinho que conquistou do público também promoveram o combate à discriminação, já que Paulo conseguia por meio de humor e do riso levar uma mensagem de tolerância e respeito”, continuou.

O ator morreu de Covid-19 aos 42 anos e, ao longo de sua carreira, colecionou personagens que fizeram história na TV, no teatro e nos cinemas, deixando um legado incontestável para o humor nacional. “Minha Mãe é uma Peça”, obra que nasceu nos palcos e ganhou as telas de todo o Brasil, é uma história sobre as famílias, mas também uma homenagem a Niterói, cidade onde o humorista nasceu e foi criado. Recentemente, uma das ruas mais famosas de Icaraí, bairro onde morou, foi renomeada em sua homenagem.

“Paulo tinha uma profunda conexão afetiva especialmente com Niterói e com o Rio, onde vivia. Essas cidades, com as peculiaridades de seus bairros e seus moradores, não eram apenas ‘cenários’ das suas obras, mas praticamente uma extensão de seus personagens, que incorporavam o jeito de viver, a graça e os dramas cotidianos desses lugares”, comentou André.

 

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