ESTÁDIO OLÍMPICO NILTON SANTOS PODERÁ SER DECLARADO PATRIMÔNIO CULTURAL, TURÍSTICO E IMATERIAL DO ESTADO
Conhecido como Engenhão, o espaço foi construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007 e sediou competições dos Jogos Olímpicos de 2016.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta quinta-feira (15/10), em primeira discussão, o Projeto de Lei 2.287/23, de autoria da deputada Verônica Lima (PT), que declara o Estádio Olímpico Nilton Santos, como Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O texto ainda precisa passar por uma segunda votação na Casa. O estádio foi inaugurado em junho de 2007 e, em agosto, se tornou casa do Botafogo, quando o clube venceu a licitação realizada pela prefeitura.
Popularmente conhecido como Engenhão, a mudança de nome para Nilton Santos não foi apenas um ajuste administrativo. Ela homenageia um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro, além de reforçar a relevância cultural do estádio para o Rio de Janeiro. Em 2000, Nilton Santos foi eleito pela Fifa como o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos.
Além de receber jogos de futebol, o estádio, com capacidade para 46 mil torcedores, conta com uma estrutura destinada à prática de diferentes modalidades esportivas, incluindo uma pista de atletismo. Em 2016, foi um dos principais palcos dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, recebendo competições de atletismo e futebol.
Na justificativa da proposta, Verônica destaca a importância histórica e esportiva do estádio, que se consolidou como um dos principais equipamentos esportivos do Rio de Janeiro. “O reconhecimento tem como objetivo valorizar a relevância cultural, turística e esportiva do espaço para a população fluminense”, concluiu.
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