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06.07.2017 - 18:19 Por Julieta Casara

APÓS VISTORIA DE COMISSÃO DA ALERJ, EMPRESA SE ADEQUA A NORMAS SANITÁRIAS

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  • Por Rafael Wallace
    Comissão de Segurança Alimentar vistoria, pela segunda vez, a indústria de água mineral Ouro da Serra
  • Por Rafael Wallace
    Comissão de Segurança Alimentar vistoria, pela segunda vez, a indústria de água mineral Ouro da Serra
  • Por Rafael Wallace
    Comissão de Segurança Alimentar vistoria, pela segunda vez, a indústria de água mineral Ouro da Serra
  • Por Rafael Wallace
    A presidente da Comissão de Segurança Alimentar, deputada Lucinha (PSDB) e o deputado Nivaldo Mulim (PR) em vistoria, pela segunda vez, à indústria de água mineral Ouro da Serra
  • Por Rafael Wallace
    A presidente da Comissão de Segurança Alimentar, deputada Lucinha (PSDB) e o deputado Nivaldo Mulim (PR) em vistoria, pela segunda vez, à indústria de água mineral Ouro da Serra

A Comissão de Segurança Alimentar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) visitou, nesta quinta-feira (06/07), a empresa Ouro da Serra, produtora de água mineral, em Xerém, na Baixada Fluminense, e verificou que a maioria das 46 irregularidades identificadas na primeira vistoria, realizada no dia 20 de junho, foram ajustadas. Para a presidente da comissão, deputada Lucinha (PSDB), os proprietários entenderam a importância de reconhecer os problemas e arcar com alguns custos para oferecer um produto de qualidade.

“Foram feitas as reformas necessárias e os funcionários estão uniformizados adequadamente. O laboratório está funcionando de forma correta, só falta adquirir alguns equipamentos e uma câmara de segurança biológica, para aumentar a segurança da análise das amostras do líquido”, explicou.

A comissão, acompanhada de fiscais da Vigilância Sanitária Estadual começou, no mês passado, uma ação de vistorias à indústrias de água mineral para conferir a qualidade do produto comercializado no estado. O objetivo é visitar todas as empresas do setor. “Temos a intenção de fazer vistorias todas segundas e sextas-feiras, até fiscalizarmos todas. Vamos atrás também das indústrias clandestinas, buscando adequação de toda a água consumida", prometeu o deputado Nivaldo Mulim (PR), integrante da comissão.

A Ouro da Serra foi a primeira a ser visitada por apresentar alto número de denúncias de consumidores, que relataram desconforto após consumir o produto. Representantes da empresa tinham assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que estabeleceu 15 dias para que fossem aplicadas as medidas sanitárias necessárias, constatadas nesta quinta.

Prazo maior

Os representantes da empresa pediram a prorrogação do prazo por mais 30 dias para garantir que os produtos comprados cheguem. “Estamos há 12 anos no mercado e sempre nos preocupamos com a segurança do consumidor. Por uma desatenção nossa deixamos algumas coisas passarem, mas essa vistoria foi muito importante para colocarmos tudo no seu devido lugar e melhorarmos a qualidade do nosso produto.”, disse o dono na Ouro da Serra Leonardo Oliveira.

O fiscal sanitário Werner Ewald afirmou que é muito comum que as empresas atendam as notificações, mas acabem deixando as irregularidades voltarem. “É tudo muito dinâmico e facilmente a empresa pode voltar às condições anteriores. Por isso vamos fazer outra visita em 60 dias, para observar se o padrão continuou e se os equipamentos que estão para chegar, estarão devidamente instalados”, declarou.

Novos problemas

Ao chegar na Ouro da Serra, a primeira observação do grupo foi a ausência de lonas nos caminhões. Apenas um apresentava o aparato adequado para o transporte dos galões, mas estava sem o comprovante de vistoria. Um dos principais fatores prejudiciais a qualidade do produto é o transporte e o armazenamento indevidos.

“O caminhão precisa ter um laudo de vistoria do município, com o Ipva e toda a documentação em dia, e também a lona para poder fechar a caçamba. Não dá para os vasilhames pegarem sol e chuva, nem serem armazenados perto, por exemplo, de botijões de gás, que alteram a propriedade da água, e a torna prejucicial a saúde, quando guardados no mesmo ambiente”, explicou Lucinha.

A deputada disse ainda, que vai apresentar um projeto de lei que normatize a forma que esses galões chegam e saem das empresas.

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