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13.12.2019 - 18:26 Por Juliana Mentzingen e Manuela Chaves

COMISSÃO DA ALERJ DEBATE INSERÇÃO DA COMUNIDADE LGBTI NO MERCADO DE TRABALHO

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  • Por Octacílio Barbosa
    Comissão de Combate às Discriminações
  • Por Octacílio Barbosa
    Comissão de Combate às Discriminações
  • Por Octacílio Barbosa
    Nélio Giorgini, representante da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual
  • Por Octacílio Barbosa
    José de Sousa e Silva, subsecretário de Trabalho e Renda do Estado do Rio de Janeiro
  • Por Octacílio Barbosa
    Eliane Pereira, assessora de gênero e direitos humanos do Ministério Público do Rio de Janeiro

De acordo com levantamento da Associação Brasileira de LGBTs, a cada seis empresas, apenas uma adere às políticas de inserção dessa comunidade no mercado de trabalho. A informação foi divulgada durante audiência pública da Comissão de Combate às Discriminações, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta sexta-feira (13/12), no Palácio Tiradentes.

“Há uma discriminação muito grande contra pessoas LGBT, tanto no trabalho quanto em ambiente escolar. Os gestores públicos precisam promover uma inclusão nas unidades escolares, com um ambiente saudável e respeitoso. Caso isso não aconteça, elas não vão estudar. E se não estudarem, não têm acesso ao mercado de trabalho. E quando têm acesso, é para vagas temporárias ou sem nenhum tipo de qualificação”, afirmou Cláudio Nascimento, coordenador executivo do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI.

O presidente da Comissão, deputado Carlos Minc (PSB), defende a criação de um grupo de trabalho com parcerias público-privadas para auxiliar no combate à desigualdade da comunidade LGBT no mercado de trabalho. “Esse grupo vai tentar sintetizar e traduzir todas as contribuições debatidas e encaminhá-las às secretarias do governo, ao Ministério Público e à defensoria. Vamos avançar contra a exclusão. Serão feitas várias audiências denunciando a violência e a discriminação contra LGBTs”, disse o parlamentar.

Participante da reunião, Lysiane Motta, do Ministério Público do Trabalho, assegurou que a instituição está disposta não somente a receber denúncias contra casos de discriminação, mas também estabelecer palestras contra a homofobia. Além disso, ela salientou a importância de sensibilizar os funcionários da empresa a respeito do tema.

 

 

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